Crítica: Killers
A princesa e o bad-boy.
“Beijos e Balas” (Título original, Killers) é a nova comédia romântica do Verão, protagonizada por Ashton Kutcher e Katherine Heigl.
Ele não é um “galã clássico” dos cinemas, tem papéis completamente ridículos (Onde está o carro, meu?) mas tem criado uma imagem mais cuidada e elegante (talvez por estar ao lado de Demi Moore) e está a tornar-se num actor mais maduro (embora na minha perspectiva com um grande caminho ainda por percorrer).
Ela é uma princesinha das comédias românticas (24 vestidos e mais uma enorme lista) além de ter sido a inesquecível Izzy Stevens em Anatomia de Grey. Pode dizer-se que tem já uma larga experiência e acaba sempre por fazer os filmes resultarem porque tem um visual muito feminino, sensível inocente no qual as mulheres conseguem reflectir-se.
Apesar de todas as diferenças, este par funciona bem no grande ecrã. Tem um dinamismo engraçado e é quase como se fosse o casal jovem nosso vizinho – algo que não esperava.
O filme é basicamente um ressuscitar de uma fórmula já gasta: a rapariga encontra espião, espião apaixona-se e não revela identidade, espião e rapariga ficam juntos, aparecem muitas pessoas a tentar matar o espião…
Não trás qualquer tipo de novidade nem surpreende o que é um dos pontos fracos do filme que até tem actores de qualidade (Catherine O’Hara (a mãe do pequeno Kevin em Sozinho em casa) é um verdadeiro deleite. Adorei vê-la no ecrã como mãe alcoólica/engraçada/desbocada. É de destacar também a performance do pai, Tom Selleck (popularizado pelo seu papel em Friends como Dr. Burke)
Além disso, é extremamente engraçado quando os pequenos assassinos se começam a revelar, pessoas que nunca ninguém diria que o eram.
Este filme é a típica comédia romântica “princesa e bad-boy” – mais um dos filmes light que costumo falar, medianamente bom com muito boas interpretações.
2.5 Estrelas Em 5
Realização por: Robert Luketic
Argumento de: Bob DeRosa, Ted Griffin
Elenco: Ashton Kutcher, Katherine Heigl, Catherine O’Hara, Tom Selleck, entre outros.
Posted on 12/08/2010, in Críticas, Filmes and tagged 24 vestidos, Anatomia de Grey, Ashton Kutcher, Beijos e Balas, Bob DeRosa, Catherine O’Hara, cinema, Crítica, Demi Moore, Dr. Burke, Friends, Izzy Stevens, Katherin Heigl, Robert Luketic, Sozinho em casa, Ted Griffin, Tom Selleck. Bookmark the permalink. 1 Comentário.


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